Na análise para aquisição de uma empresa do mesmo segmento, foram encontradas inconsistências graves em demonstrativos financeiros e controles internos, gerando riscos fiscais e operacionais que inviabilizavam o negócio naquele momento.
O Cenário
Um grande player nos procurou para auxiliar em uma estratégia de expansão que envolvia a aquisição de unidades pelo Brasil. O escritório de São Paulo lideraria a operação e o Head nos questionou como esperávamos gerar grandes resultados para o cliente.
Nossa resposta foi clara: em projetos desse tipo, a vontade de fazer o negócio costuma atropelar processos essenciais, e provavelmente o maior resultado viria da Due Diligence, inclusive indicando a necessidade de não concluir uma consolidação que não fosse aderente.
Assim, a Emeg conduziu a Due Diligence para a aquisição de uma empresa do mesmo segmento de nosso cliente em outro estado.
Nossa Atuação
Ao analisar os demonstrativos contábeis e financeiros da empresa a ser adquirida verificamos inúmeras inconsistências.
Como resolvemos
Essas inconsistências traziam muitos riscos de negócio junto, como possíveis passivos fiscais relevantes.
Observação: ter inconsistências é algo que consideramos normal. Mas o grau de divergências e dados incorretos nesse caso tornava a análise do negócio muito complexa.
Iniciamos uma interação com a equipe técnica da empresa a ser adquirida para sanear as bases de dados e esclarecer as inconsistências identificadas. Entretanto, surgiram grandes dificuldades: controles internos não eram realizados há anos (como o de estoque), o controle de ativos havia sido negligenciado, dificultando a apuração real do patrimônio imobilizado, entre outros pontos relevantes.
Essas falhas representavam riscos significativos para o negócio, incluindo potenciais passivos fiscais de grande impacto.
A Emeg, embora tenha uma postura arrojada e uma cultura “pró business”, emitiu parecer técnico negativo para a aquisição naquele momento. Recomendamos a implementação de um plano de ajustes pela empresa alvo, com prazo estimado de ao menos 24 meses, antes de retomar qualquer negociação.