Como um projeto de turnaround tirou uma instituição do risco de colapso financeiro e criou uma operação sustentável

Quando a EMEG iniciou o trabalho, o caixa estava ameaçado. A instituição precisava de gestão, processo e previsibilidade.

O case

O cenário inicial era crítico:

  • A instituição prestava um serviço essencial, mas enfrentava um déficit estrutural.
  • As despesas pressionavam o caixa.
  • As receitas não acompanhavam o ritmo da operação.
  • E a continuidade financeira estava em risco.


Turnaround não é só cortar custo.

É olhar entradas e saídas ao mesmo tempo, Reduzir desperdícios, Negociar prazos com fornecedores, Melhorar processos, Aumentar captação e…

Fazer o caixa virar antes que a operação fique sem fôlego.

A EMEG estruturou um plano com frentes integradas:

  • Gestão financeira

  • Redução de custos e despesas

  • Otimização de processos

  • Reorganização de equipes

  • Captação de recursos

  • Governança e rotina de resultados

A prioridade era clara: estancar o déficit sem reduzir a qualidade assistencial.

O primeiro impacto veio na eficiência operacional.

Foram realizados ajustes em diversos processos, treinamentos com as equipes e reorganização do quadro funcional, com redução de aproximadamente 15% do efetivo em relação ao cenário inicial do projeto. E mesmo assim, a qualidade assistencial melhorou.

A instituição avançou em posições e notas em avaliações feitas por órgãos governamentais.

Menos estrutura não significou perda de qualidade. Significou mais método, mais clareza e mais gestão.

Também houve redução superior a 18% de custos e despesas mensais.

Isso foi possível com revisão de contratos, controle de gastos, reorganização financeira, negociação com fornecedores, implementação de processo de cotação com pelo menos 3 fornecedores para cada compra realizada e acompanhamento recorrente dos desvios.

A instituição deixou de apenas pagar contas. Passou a gerir o caixa.

Do lado da receita, a mudança foi igualmente importante.

A instituição ampliou em aproximadamente 27% as frentes de captação recorrente e complementar.

Com fortalecimento de doações, bazar, eventos, jantares beneficentes, mantenedores, parceiros e parcerias público privadas.

A governança também foi transformada.

Foram implantadas reuniões de resultado, novas rotinas de conselho e diretoria, acompanhamento financeiro recorrente, planos de ação e indicadores de operação.

O resultado foi a virada:

A instituição saiu de um déficit alto que ameaçava zerar o caixa e passou a gerar superávit após a reestruturação.

Turnaround não é apenas sobreviver à crise.

É construir uma operação mais eficiente, sustentável e preparada para o futuro.

Se sua empresa ou instituição enfrenta déficit, baixa previsibilidade e falta de controle, a EMEG pode ajudar a transformar crise em gestão.

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