Como uma empresa de atacado mais que dobrou sua capacidade operacional

sem empréstimos e sem a entrada de novos sócios. O cenário: A empresa do setor atacadista agro (compra de produtores, venda para grandes indústrias) passava por um momento sólido, com clientes relevantes e demandas. Mas haviam alguns problemas na operação: Pagava os produtores à vista Recebia dos clientes com prazo médio de 60 dias O caixa não acompanhava o ritmo das oportunidades e operações rentáveis estavam sendo recusadas por falta de capital no momento certo.   O gargalo não era faturamento, mas… Decisões de compra sem probabilidade real do caixa disponível; custo de capital elevado, com juros e antecipações consumiam cerca de 60% do resultado e a falta de uma ferramenta que mostrasse quanto haveria disponível em cada janela de operação. Antes de buscar mais capital, era preciso dominar o ciclo de caixa existente. Por isso, realizamos: Mapeamento completo do ciclo operacional e financeiro; Ferramenta de projeção de caixa por operação — entradas e saídas por data; Estruturação de DRE e fluxo de caixa mensais; Rotina mensal de resultados: previsto vs. realizado; Análise do custo real das antecipações de recebíveis; Com isso, a empresa conseguia visualizar com clareza quanto do seu capital estava disponível em cada momento. Com pequenas ações, o potencial de faturamento (com o mesmo capital próprio) mais que duplicou. O custo de capital caiu de ~60% para ~21% do resultado operacional. Custo de capital como % do EBITDA: Antes: ~60% — juros e antecipações consumiam mais da metade do resultado Durante: ~41% — estrutura mais eficiente, mesmo volume de capital Depois: ~21% — custo diluído pelo maior número de giros Essa redução possibilitou para o negócio, fazer mais com o mesmo recurso. Muitas empresas travam o crescimento buscando capital externo, sem diagnosticar que o problema pode estar dentro do próprio caixa. Quando se enxerga o ciclo completo — do pagamento ao fornecedor até o recebimento do cliente — consegue-se usar o mesmo recurso de forma muito mais eficiente. Quando uma empresa eleva seu grau de maturidade operacional, construindo uma estrutura interna eficiente e clara, os resultados aparecem. Se sua empresa hoje também opera sem uma visão clara e real do caixa, podemos te ajudar a estruturar sua gestão financeira. Conheça nossas soluções completas!

Como um projeto de turnaround tirou uma instituição do risco de colapso financeiro e criou uma operação sustentável

Quando a EMEG iniciou o trabalho, o caixa estava ameaçado. A instituição precisava de gestão, processo e previsibilidade. O case O cenário inicial era crítico: A instituição prestava um serviço essencial, mas enfrentava um déficit estrutural. As despesas pressionavam o caixa. As receitas não acompanhavam o ritmo da operação. E a continuidade financeira estava em risco. Turnaround não é só cortar custo. É olhar entradas e saídas ao mesmo tempo, Reduzir desperdícios, Negociar prazos com fornecedores, Melhorar processos, Aumentar captação e… Fazer o caixa virar antes que a operação fique sem fôlego. A EMEG estruturou um plano com frentes integradas: Gestão financeira Redução de custos e despesas Otimização de processos Reorganização de equipes Captação de recursos Governança e rotina de resultados A prioridade era clara: estancar o déficit sem reduzir a qualidade assistencial. O primeiro impacto veio na eficiência operacional. Foram realizados ajustes em diversos processos, treinamentos com as equipes e reorganização do quadro funcional, com redução de aproximadamente 15% do efetivo em relação ao cenário inicial do projeto. E mesmo assim, a qualidade assistencial melhorou. A instituição avançou em posições e notas em avaliações feitas por órgãos governamentais. Menos estrutura não significou perda de qualidade. Significou mais método, mais clareza e mais gestão. Também houve redução superior a 18% de custos e despesas mensais. Isso foi possível com revisão de contratos, controle de gastos, reorganização financeira, negociação com fornecedores, implementação de processo de cotação com pelo menos 3 fornecedores para cada compra realizada e acompanhamento recorrente dos desvios. A instituição deixou de apenas pagar contas. Passou a gerir o caixa. Do lado da receita, a mudança foi igualmente importante. A instituição ampliou em aproximadamente 27% as frentes de captação recorrente e complementar. Com fortalecimento de doações, bazar, eventos, jantares beneficentes, mantenedores, parceiros e parcerias público privadas. A governança também foi transformada. Foram implantadas reuniões de resultado, novas rotinas de conselho e diretoria, acompanhamento financeiro recorrente, planos de ação e indicadores de operação. O resultado foi a virada: A instituição saiu de um déficit alto que ameaçava zerar o caixa e passou a gerar superávit após a reestruturação. Turnaround não é apenas sobreviver à crise. É construir uma operação mais eficiente, sustentável e preparada para o futuro. Se sua empresa ou instituição enfrenta déficit, baixa previsibilidade e falta de controle, a EMEG pode ajudar a transformar crise em gestão.

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